quinta-feira, 23 de junho de 2016
quinta-feira, 9 de junho de 2016
REFLEXOll
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar,precisar dela.
Percebe também que aquele alguém que você ama é o"alguém" da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você.
Um dia descobrimos que amar as pessoas como realmente são nos faz muito mais feliz.
Um dia nós percebemos que as mulheres têm por si o poder de ser o lado mais forte de uma familia.
Um dia descobrimos que se apaixonar por elas é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum é que nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...é ótimo.
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos,para mostrarmos que somos,para dizer tudo que tem de ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida,ou lutamos para realizar todas as nossas certezas e incertezas.
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram¹.
Abçs..até a proxima.
Um dia descobrimos que amar as pessoas como realmente são nos faz muito mais feliz.
Um dia nós percebemos que as mulheres têm por si o poder de ser o lado mais forte de uma familia.
Um dia descobrimos que se apaixonar por elas é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum é que nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...é ótimo.
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos,para mostrarmos que somos,para dizer tudo que tem de ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida,ou lutamos para realizar todas as nossas certezas e incertezas.
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram¹.
Abçs..até a proxima.
¹gloria hurtado.
sábado, 4 de junho de 2016
AS FRUSTRAÇÕES NOSSAS DE CADA DIA.
Apesar de esquisito, a frustração nos é relevante na formação psicológico como indivíduos, particularmente na infância.
O modo mais simples é defini-la ,apesar de ter várias definições,como uma vontade vinda de um desejo não realizado;( uma reação da expectativa não correspondida ou realizada. Isto gera ansiedade interna, vivenciada como tristeza e/ou sentimento de incapacidade, podendo, em muitos casos, trazer até desespero. A tristeza surge quando um almejo pessoal não é alcançado, mas tem-se a consciência que o êxito não dependia só de si, como exemplo: assumir uma função no trabalho e não receber o apoio prometido. Já o sentimento de incapacidade acompanhado da tristeza ocorre quando o acontecimento dependia só da própria pessoa, por exemplo: estudar para um concurso e não conseguir a aprovação)³.
Apesar de parecer um sentimento negativo de fracasso, a frustração é importante no desenvolvimento psicológico dos indivíduos, principalmente na infância. Ela ensina a ter a capacidade de adiar gratificações e propicia uma melhor adaptação à vida em sociedade.Uma criança superprotegida que tem seus desejos satisfeitos sempre de imediato pode ter dificuldades adaptativas na fase adulta frente às frustrações. Tem grande probabilidade de tornar-se insatisfeita e pode desenvolver crises emocionais por esse modo de ser.
A sociedade moderna, em sua organização consumista e materialista, incita o homem ao prazer e às satisfações imediatas e quando isto não ocorre surge a frustração, que é vista como uma experiência negativa e dolorosa. Quase todos os contextos da sociedade parecem querer livrar o ser humano dessa experiência. No lar, os pais se esforçam para dar ao filho satisfação imediata dos seus desejos na tentativa de protegê-lo contra uma possível frustração. As políticas públicas querem dar à população uma condição de segurança, um conforto psicológico, para combater ou pelo menos aliviar os sentimentos negativos. Dificilmente essas políticas conseguem proteger o cidadão e a frustração torna-se ainda maior, como estamos vivenciando nos dias atuais. As escolas procuram agradar os pais e os alunos na tentativa de afastá-los da frustração. Para isto, esquecem muitas vezes as normas essenciais para um bom desenvolvimento educacional da criança quer seja no campo pedagógico, psíquico ou espiritual. A medicina se esforça para curar o paciente ou pelo menos aliviar as suas dores e sofrimentos, nem que tenha que exceder-se na prescrição de medicamentos, podendo acarretar uma enorme frustração.
Enfatizamos que querer evitar frustrações funciona como um bloqueador importante à maturidade espiritual, pois pode determinar uma adaptação deficiente para a vida em sociedade. O melhor é saber adiar o êxito, as gratificações, os prazeres diante dos desejos, para que ocorra uma boa capacidade adaptativa para se viver melhor. Esta capacidade é decorrente da maturidade psíquico-espiritual e por isto cada um responde de uma forma que lhe é peculiar. Observamos na sociedade e na prática da psiquiatria que a capacidade adaptativa está sendo perdida ou muito enfraquecida por grande parte dos indivíduos.
Todos nos deparamos constantemente com obstáculos naturais, com a vontade de outros, com as nossas próprias contradições. O que imaginamos para responder a essas situações é determinado por atitudes profundamente enraizadas em nós, em nosso caráter, em nossa herança espiritual. Assim, as frustrações nossas de cada dia tornam-se evidentes e frequentes.
Algumas pessoas, diante da frustração, se lançam agressivamente contra os outros como se estes fossem os culpados pela situação; outros se acusam e voltam a agressividade contra si próprios; e, ainda, aqueles que afirmam que não há culpados pela sua frustração, encarando-a de um modo natural, com muita compreensão, o que lhes permite condutas mais construtivas.
Dissemos que a frustração é uma emoção que desencadeia diversos tipos de sentimentos e ações, muitas vezes de agressividade, ódio e desespero. Como é uma emoção, portanto, é uma elaboração do espírito. É um conflito entre duas forças: a força do desejo do mundo exterior e a força anímica, isto é, uma tensão entre o ego e o eu profundo.
As fontes da frustração podem ser atribuídas às causas externas e às causas internas. Quanto às externas, a impossibilidade de atingir a meta por questões comumente materiais, muitas vezes não dependendo só de si. Como exemplos: quer viajar, mas não tem dinheiro; acha o seu salário muito baixo pelo trabalho que executa; não consegue a promoção almejada na carreira profissional etc. As causas internas envolvem deficiências pessoais, imperfeições da alma, heranças trazidas pelo espírito. Entre tantas: insegurança, medos (de errar, de situações sociais, da própria frustração na busca de algo etc.), pessimismo, desesperança, orgulho, egoísmo, impaciência, falta de perseverança, acarretando dificuldades para atingir o objetivo desejado. Logicamente que existe a frustração resultante da interação entre as duas causas citadas.
Existem vários tipos de frustrações e dentre eles o conflito, que podemos simplificar com os conceitos de Kurt Lewin[1]:
1. Conflito na escolha de duas coisas desejáveis, mas incompatíveis. Exemplo: escolher entre duas festas que acontecem no mesmo dia, na mesma hora e em locais muito distantes. São dois desejos e escolhendo um, logicamente o outro não poderá ser satisfeito. Como são eventos positivos, a frustração de não comparecer a uma das festas será compensada pela alegria que a escolhida lhe proporcionou.
2. Conflito na decisão de uma escolha na qual é previsível a satisfação de um desejo, mas implicará em frustração naquele que deixou de ser escolhido. Exemplo: desejo de viajar, mas implica em gastar toda a sua poupança. A escolha deve ser feita com responsabilidade e entender que a frustração (ficar sem dinheiro) foi decorrente da escolha pela satisfação de um desejo maior (viajar).
3. Conflito na escolha de duas coisas indesejáveis, desagradáveis, mas inevitáveis. Alguns ditos populares o caracterizam: “se ficar o bicho come e se correr o bicho pega”; “ficar entre a cruz e a espada”; “o que quer que ocorra eu vou me danar”. Exemplo: uma pessoa avessa a consultar o médico apresenta uma dor. Deve escolher: ou vai ao médico ou a dor aumenta e a saúde pode complicar-se.
Derivada de um desequilíbrio entre corpo e espírito, a frustração deve ser compreendida e enfrentada para evitar certos comportamentos doentios, tais como: fuga de uma situação que imagina que poderá ser frustrante; evitar situação parecida com a que lhe trouxe frustração por medo de frustrar-se novamente; compensar a frustração com outras satisfações, muitas vezes prejudiciais, como comer em excesso, drogas, álcool, trabalho compulsivo etc.; negativismo excessivo, criando obstáculos imaginários e deixar de tentar um objetivo por medo de frustrar-se etc. Todos esses modos de enfrentamento da frustração podem acarretar transtornos emocionais, portanto são os alvos no tratamento psicológico e psiquiátrico.
No campo espiritual, os conhecimentos sobre o espírito, o cultivo das virtudes e o entendimento e sentido da vida são essenciais para a evolução da maturidade espiritual, para um bom equilíbrio entre corpo e espírito e, consequentemente, um bom enfrentamento do estresse e das frustrações. Necessitamos urgente do pão nosso de cada dia. O pão que nos alimenta com sabedoria para o cultivo das nossas potencialidades benéficas e, dentre elas, a paciência e a compreensão são fundamentais para encarar todas as nossas dificuldades. Lembremos as palavras de Emmanuel[2]: “Paciência é serenidade, compreensão, harmonização, tolerância e, sobretudo, a capacidade de verificar a dificuldade ou desacerto nas engrenagens do cotidiano, buscando a solução do problema ou a transposição do obstáculo, sem toques de alardes e sem farpas de irritação”.³
³.José Luiz Condotta
1. LEWIN, Kurt. Teoria dinâmica da personalidade. São Paulo: Cultrix, 1975.
2. XAVIER, F.C. Palavras de vida eterna. Pelo Espírito Emmanuel. 9ª edição Uberaba: CEC, 1986, p.357.
2. XAVIER, F.C. Palavras de vida eterna. Pelo Espírito Emmanuel. 9ª edição Uberaba: CEC, 1986, p.357.
DA PORTA PARA FORA
Enxergar além ...
Tirar sua mente da caixinha ...
Romper nossos condicionamentos ...
Explorar e aumentar nossos limites ...
Encarar nossos medos ...
Pensar e fazer diferente ...
Ser criativo ...
Não ser repetitivo ...
Ir alem ...
São tantas coisas que podemos fazer para iniciar um processo de libertar a nossa mente, mas porque é tão difícil é doloroso ?
Pensar da mesma forma, muitas vezes intitulada "a força do hábito", funcionando como um condicionamento, onde para não sair da minha "zona de conforto", pelos meus medos, seguindo sempre as mesmas "sinapses cerebrais" (caminhos já conhecidos de respostas cerebrais, para uma determinada situação, que para facilitar são categorizadas como padrões conhecidos) não explorando outras formas de fazer e pensar, me tornando "medíocres" (crer na média = mediano), tirando a possibilidade de ser diferente e criativo. O pior é que pessoas que funcionam assim, nem ao menos são capazes de perceber que funcionam assim, justamente por não se arriscarem, por ter muito medo de tudo, com baixa percepção da realidade e de si mesmo ... A auto observação é neste caso, extremamente necessária, pois sem um pouco de constatação do meu "modo operante" não conseguir e ter consciência de que precisamos mudar ... Mudar exige esforço, é desconfortante e doloroso e precisa de mais energia do que aquela que normalmente gastamos ... Em primeiro lugar, devemos achar uma "fonte de inspiração" , um texto, um livro, um filme que me mostrou isso de forma clara, ao ponto de me convencer que sou assim metódico e funcionando dentro de uma zona de conforto limitada. Depois, o segundo passo é quebrar os pequenos condicionamentos rotineiros, como mudar os meus caminhos, procurando achar novas alternativas, fazer de modo diferente as coisas que sempre fazia do mesmo jeito, acreditar e se permitir pensar de modo diferente (criando um exercício onde logo que pensar algo "igual" dizer a mim "pense outra alternativa") não existe só essa maneira de pensar e fazer isso ...Terceiro passo é quebrar rotinas, rompendo suas próprias regras, buscando um contato maior com a natureza.
Texto: Dá Imagem à Semelhança
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