DA PORTA PARA FORA
Enxergar além ...
Tirar sua mente da caixinha ...
Romper nossos condicionamentos ...
Explorar e aumentar nossos limites ...
Encarar nossos medos ...
Pensar e fazer diferente ...
Ser criativo ...
Não ser repetitivo ...
Ir alem ...
São tantas coisas que podemos fazer para iniciar um processo de libertar a nossa mente, mas porque é tão difícil é doloroso ?
Pensar da mesma forma, muitas vezes intitulada "a força do hábito", funcionando como um condicionamento, onde para não sair da minha "zona de conforto", pelos meus medos, seguindo sempre as mesmas "sinapses cerebrais" (caminhos já conhecidos de respostas cerebrais, para uma determinada situação, que para facilitar são categorizadas como padrões conhecidos) não explorando outras formas de fazer e pensar, me tornando "medíocres" (crer na média = mediano), tirando a possibilidade de ser diferente e criativo. O pior é que pessoas que funcionam assim, nem ao menos são capazes de perceber que funcionam assim, justamente por não se arriscarem, por ter muito medo de tudo, com baixa percepção da realidade e de si mesmo ... A auto observação é neste caso, extremamente necessária, pois sem um pouco de constatação do meu "modo operante" não conseguir e ter consciência de que precisamos mudar ... Mudar exige esforço, é desconfortante e doloroso e precisa de mais energia do que aquela que normalmente gastamos ... Em primeiro lugar, devemos achar uma "fonte de inspiração" , um texto, um livro, um filme que me mostrou isso de forma clara, ao ponto de me convencer que sou assim metódico e funcionando dentro de uma zona de conforto limitada. Depois, o segundo passo é quebrar os pequenos condicionamentos rotineiros, como mudar os meus caminhos, procurando achar novas alternativas, fazer de modo diferente as coisas que sempre fazia do mesmo jeito, acreditar e se permitir pensar de modo diferente (criando um exercício onde logo que pensar algo "igual" dizer a mim "pense outra alternativa") não existe só essa maneira de pensar e fazer isso ...Terceiro passo é quebrar rotinas, rompendo suas próprias regras, buscando um contato maior com a natureza.

Texto: Dá Imagem à Semelhança
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